Na verdade, desde a segunda guerra mundial, quando muitos foram perseguidos e trucidados pela máquina nazista, inclusive o povo cigano, todos tivemos que nos reciclar e encarar as mudanças sociais de frente. Foi muito difícil, mas também aprendemos.
As tradições são importantes, mas por exemplo, no que toca ao universo feminino, houve abertura para o estudo e até para escolhermos os nossos companheiros.
A lenda continua, não deixaremos que se acabe, mas a realidade convive com a mesma.
Portas e janelas abertas para os novos tempos!

3 comentários:
Que sorte encontrar uma página tão delicada e bonita. Parabéns, Zíngara!
Este Mar que beija a Ilha
Traz de longe sonhos perdidos
Adormece na areia e deixa
Na espuma mil e um segredos
Meus sonhos são estrelas que semeio no espaço
São corpo nu que vagueia pela saudade
Brotam e correm para o Mar
Enfrentam a dor a tempestade
Boa semana
Mágico beijo
É verdade minha querida. Miriam Stanescon foi a primeira cigana a formar-se em advogada. Lindo texto!
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....._.;_“.-._ Terno beijo
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